S 13º 31'
O 71º 58'
Altitude: 3.361 metros
Há pontos a 3.700 metros, afastados do centro
De Puno seguimos para Cusco, de ônibus. As passagens aqui são um pouco mais caras, assim como o resto das coisas (Um Sol vale R$ 0,62):
- S/. 25,00 do ônibus Puno-Cusco
- S/. 35,00 custou cada diária de hotel em Puno
- S/. 10,00 de taxi (O preço normal é S./ 5,00, descobrimos depois)
- S/. 45,00 a diária do Hostal Qorikilla, na Cuesta Santana, caminho dos invasores espanhóis, onde fraturamos uma costela e não pudemos prosseguir a viagem planejada a Machu Picchu.
Não por essa razão, não recomendamos essa hospedaria, embora situada em área privilegiada.
Cuesta Santana, o caminho por onde a ambição, a cobiça, a inveja e todas as desculpas do mundo se juntaram para massacrar impiedosamente Adão e Eva - muitos adões e evas.
Estando-se aqui dá para se imaginar os sons de armaduras, espadas, lanças e todas as coisas malditas que o inferno inspirou. Quase podemos ouvir o relinchar de cavalos, de bestas menos horríveis que seus barbudos e fedorentos donos, a mediocridade que jamais foi ou irá muito longe. Senão, veja-se como seus descendentes estão prestes a serem banidos da comunidade do euro, por incapacidade de manter uma moeda forte. Vejamos se encontrarão outra Cusco cobertinha de ouro talvez em uma galáxia a ser descoberta daqui a mil séculos.
Vejamos as fotos do painel imenso de Cusco. Todas péssimas. Não havia Sol, havia dor e ansiedade por abandonar o lugar mais belo de toda a viagem. Era manhã, o Sol estava do outro lado e não adiantaria querer mudar isso.
Talvez se tenha uma idéia do que seja esse painel, desta forma:
E aqui, dois de outros locais:
Vejamos a cidade:
Cusi Yupanqui, depois rebatizado Pachacutec, o rei engenheiro que construiu Machu Picchu, fez estradas e expandiu oTahuantinsuyu (Império das quatro zonas). Sem dúvida uma das maiores individualidades da história.
Machu Picchu é para a América o que é a Acrópole para a Europa, ainda que seja impossível se igualar a última em beleza. Igual como empreendimento de engenharia, igual em originalidade, igual em importância, e superior como esforço de empreendimento.
Agora vamos mostrar tudo misturado; as ruas, os prédios, a catedral de Cusco, o museu et coetera:
Associação dos Artesãos de Cusco, um lugar onde se comprar coisas bonitas.
Prédios modernos, estilo antigo.
Só um detalhe.
A bonita rua
O Palácio da Justiça.
Uma calçada enorme! Toda certinha. Aqui na parte inferior da foto, o centro do "Umbigo do Mundo".
Um passinho...
Imploram migalhas os do império do leite e do mel.
Detalhe do Palácio da Justiça (Pois sim!)
A praça.
Fonte
Velhos fotógrafos fulos da vida porque fotografávamos contra o Sol. (Ai! Minha costela!).
Não lhes podia dizer que não poderia esperar hora adequada; seria explicar demais.
Pelo jeitão, deve se achar o "pancholito" do lugar (O Zé Bonitinho). Papagaios de pirata estão por toda parte, ninguém se livra completamente deles.
E o caos no trânsito.
Aqui se compra artes.
Essa parte inferior de pedra é curiosa; a superior, bonita.
Uma rua do centro.
E tome igreja, que o Peru, como a Bolívia, é católico e zaleluia por aqui é pouco mesmo.
A torre.
Um banco, uma igreja... e... Carro versus touro?!
Aqui há touradas, mas não as conheço. Ou não as conhecia...
Respeitosamente, igreja e verde.
Respeitosamente, a Catedral de Cusco.
E despedindo-se de tudo: El Terminal de Buses (Estação rodoviária):
No Peru se come melhor, todos os hotéis tem Wi-fi, há mais progresso. E há o kit todo do progresso: meninas de aluguel, bichinhas, larápios por todo lado, vigaristas e o resto. Prefiro a Bolívia, que se tem dessas coisas, não é tão aparente e decerto em número muito menor.
Volto voando para a Bolívia reconhecendo méritos também no Peru, onde encontrei boas livrarias. As fazendas peruanas me causaram também forte impressão.
E Cusco não é um lugar como os outros. Os Andes não são um lugar qualquer. As pessoas que andam por estas paragens são incomuns, adoravelmente distantes da mediocridade reinante por aí. Como gostaria de viver e andar pelos mundos andinos! Esquecer todo o passado, todas as vidas que vivi e ter uma novinha em folha, sem a ilusão do conforto, sem o fascínio tolo das coisas que brilham, enganam.
O caminho de volta tem uma balsa, em San Pedro de Tequina. Tenho passagem para La Paz, que custou S/. 30,00, mas desembarcarei no caminho, em Copacabana, no lado Sul do Titicaca. A próxima postagem será lá.
Aqui, um vídeo de Lima, a capital, porque trata de assunto importante, sobretudo para eventuais turistas afrodescendentes:
Africanos rechaçados no Peru
Em Cusco nada vimos a respeito. Também, em toda a viagem pelo Peru não observamos qualquer pessoa dessa origem. O boliviano talvez seja mais tolerante, mas também, vimos apenas três dessas pessoas, que não estavam em relação com a gente da terra.
El condor pasa - Melodia e letra originais
El condor pasa - Plácido Domingo
El condor pasa - Uma melodia dos incas
El condor pasa - Del Peru?
El condor pasa - Com Wayna Picchu, em quéchua
Lapacho - Wayna Picchu
Pastorcita - Wayanay Inka
Anden-Musik in Nairobi
Aqui, o passeio, objetivo final planejado, que não se realizou:
sábado, 9 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Lago Titicaca e Ilhas Flutuantes
Estamos sobre o lago, estamos sobre as ilhas.
No barco, a música local.
Havia os povos antigos. Houve desde tempos não muito antigos um Tahuantinsuyu, o império de quartos partes.
Império aqui tinha sentido diverso do conhecido no mundo europeu, não significava um controle rígido ou inflexível, mas, ao contrário, se considerava e conservava os costumes e os governantes dos povos conquistados. Conquistado aqui era apenas tributário.
O Império Inca foi tardio, veio quase às vésperas da invasão e chacina espanhola. Durou pouco, apenas 95 anos, e construiu uma rede de estradas comparável à da Roma antiga; além de Machu Picchu e incontáveis obras pelo império todo. Seu imperador Pachacutec deve ser alinhado com os antigos grandes construtores da antiguidade, como Alexandre, o Grande, e Julius Caesar. Houve outros grandes reis, como Tupac Yupanqui, que expandiu o império no rumo Sul até a Argentina e o Chile, e Huayna Capac, que promoveu a expansão para o Norte, conquistando o litoral do que é hoje o Equador e parte da Colômbia.
Essas conquistas, para os povos das margens do Lago Titicaca significavam o aniquilamento. Daí, inventaram as barcas e depois as ilhas de totora, uma espécie de gramínea longa usada até hoje para esse fim, onde ficaram a habitar. Falamos dos Uros.
As águas do lago tem 1 g de sal em cada litro; não é muito boa para se beber. Portanto, tomava-se a água da parte branca, tenra, da parte inferior do talo da totora. Essa parte da planta também é comestível, isso é demonstrado pelo guia da excursão.
O Titicaca era sagrado para todos, inclusive os incas, e não se permitia qualquer violência ou ato sanguinário sobre ele.
Aproveitando-se da vantagem da superstição inca, esses construtores de barcos fizeram as ilhas unindo cinco blocos de totora bem amarrados e sobre elas construíram as casinhas que hoje vemos; e se lançaram nas águas, para longe do alcance dos dominadores. Assim se desenvolveu a cultura dos ilhéus.
Boas vindas
Desembarque.
Chegando
Mais próximo
Vendo-se detalhes
Primeiras pessoas
A "modernidade".
O caos
Barco de totora
O céu, o espelho mais céu.
Só mais uma vista de barco.
Navegando perto
Folgadamente
Bloco em pequena escala do tipo usado para se construir as ilhas. O guia explica duas em duas linguas.
Crianças brincam
O piso, a casa, o barco: tudo de uma coisa só.
O barquinho diz onde estamos.
Espreita
Minúscula onda
Turistas, os que nada fazem
Pirralhos afeitos à vadiagem
O chefe da ilha (Há caras de pau por todo lado) mostra sua cama a turista desinteressada
Navegar é preciso; viver... nem tanto! (Como quase disse Luis Caolho)
Plásticos...
Só a ilhazinha
Ilha e barcos
Uma nova ilha
Coisas em quéchua, como convém
Lugar de se subir, para fotos
Céu pobre, ilha de cores firmes
Casinhas cônicas
Piso que parece pasto, e comerciante a postos
Casinha coberta de zinco - Fora de contexto
Evidente comércio
Parece a milionária do lugar - Veja o palacete.
Chola rosa
Difícil de colocar na mochila
Grupinho
Nosso barquinho
Lugar de bate-papos inesquecíveis. De se conhecer mais de perto as gentes, os povos de todo o mundo. Bem ao lado, todos solidários, uma peruana malucona que mais parecia baiana, uma alemãzinha muito flor, uma africana alta, magrinha, radiante de felicidade e beleza, um chileno e um argentino de cada lado meu, aparentes namorados das duas últimas, não menos amáveis que os outros, que seriam ótimos amigos não fosse a separação certa que vem sempre nos fins de passeio, um casal argentino de Ushuaia, a cidade do fim do mundo, último lugar habitado lá no fim do continente americano, na Terra do Fogo, juntinho da convergência do Atlântico com o Pacífico, quase Antártida, sem dúvida os cinquentões mais vibrantes de toda a viagem, um caso incomum, à parte, e um casal de Curitiba pura amabilidade; ele perfeito cavalheiro, ela a dama perfeita de rosto cobertinho de sardas em uma obra de arte da natureza: o rosto mais lindo.
E conversávamos todos, sem exageros, com alegria e felicidade sem reticências, a fluir natural e ininterruptamente. Nenhum conflito, qualquer mal-estar. A serenidade do lago refletida nas pessoas.
A quantidade maior de pessoas estava nos bancos, como os dois casais referidos, e a paz reinava entre todos, como um perfume que tudo invadisse.
A casinha mais típica, a dama elegante.
Impecável
Sereno como um barco de totora no Titicaca.
Uma cara engraçada no barquinho.
Da ilha, um contorno, os barcos.
De pesca.
Variação de estilo.
As cores, a originalidade e os turistas.
Quase despedida.
Esperando
Um presépio.
O grupo de despedida - Ou parte dele...
Antes da despedida, vamos ver algo do artesanato uro?
A zampoña, a cerâmica e as medalhas.
O guia - Excelente guia - a artista e o chefe
Artes em tecidos
Negociações
Peças mais elaboradas.
Cerâmicas
Atenção! Esses barquinhos, que os uros chamam de "Mercedes-Benz" não são de totora, não são os originais, mas feitos de tirinhas de garrafas pet. São caros e sem propósito.
Despedida, amável despedida das senhoras da ilha.
A danadinha se despede cantando em várias linguas, como inglês, francês, italiano, alemão, japonês... e afegão, turco, árabe, cazaquistanês, javanês... menos em português. Dá pra aguentar?
Vamos ver a viagem de volta:
Ondinhas da despedida.
Adeus, ilhinha bonita!
Adeus, horizonte dourado!
Aqui, pelo caminho.
E seguindo, com o silêncio.
Onde é céu, e onde é mar.
Seguindo viagem.
Um quase céu, um quase chão, um quase mar.
O mar refletido no céu, o céu refletido no mar.
O horizonte é à frente: é Oriente.
Nestes mundos coisas acontecem na profundidade do silêncio, tudo parece parar, e tudo parece acontecer ao mesmo tempo. A inquietude viaja de férias para terras mais baixas, vai se entorpecer nas paragens quentes, no eterno esfregar-se das coisas condenadas.
As fotos são do lado Norte do Lago Titicaca, do lado peruano. O passeio foi recomendado por um casal jovem de tez morena e cabelos ligeiramente ondulados originário de Cali, Colômbia: a doce e incomparavelmente linda Isabel e o cortês e muito simpático Camilo. O contato durou minutos pouquíssimos, não mais que cinco, suponho, mas o registro dos sorrisos amigos, das palavras sinceras, ficará para sempre. Casal fisicamente mais belo não encontrei em toda a viagem.
Dois vídeos das ilhas:
Islas flotantes - Um vídeo
Islas Flotantes de los Uros - Reportagem
No barco, a música local.
Havia os povos antigos. Houve desde tempos não muito antigos um Tahuantinsuyu, o império de quartos partes.
Império aqui tinha sentido diverso do conhecido no mundo europeu, não significava um controle rígido ou inflexível, mas, ao contrário, se considerava e conservava os costumes e os governantes dos povos conquistados. Conquistado aqui era apenas tributário.
O Império Inca foi tardio, veio quase às vésperas da invasão e chacina espanhola. Durou pouco, apenas 95 anos, e construiu uma rede de estradas comparável à da Roma antiga; além de Machu Picchu e incontáveis obras pelo império todo. Seu imperador Pachacutec deve ser alinhado com os antigos grandes construtores da antiguidade, como Alexandre, o Grande, e Julius Caesar. Houve outros grandes reis, como Tupac Yupanqui, que expandiu o império no rumo Sul até a Argentina e o Chile, e Huayna Capac, que promoveu a expansão para o Norte, conquistando o litoral do que é hoje o Equador e parte da Colômbia.
Essas conquistas, para os povos das margens do Lago Titicaca significavam o aniquilamento. Daí, inventaram as barcas e depois as ilhas de totora, uma espécie de gramínea longa usada até hoje para esse fim, onde ficaram a habitar. Falamos dos Uros.
As águas do lago tem 1 g de sal em cada litro; não é muito boa para se beber. Portanto, tomava-se a água da parte branca, tenra, da parte inferior do talo da totora. Essa parte da planta também é comestível, isso é demonstrado pelo guia da excursão.
O Titicaca era sagrado para todos, inclusive os incas, e não se permitia qualquer violência ou ato sanguinário sobre ele.
Aproveitando-se da vantagem da superstição inca, esses construtores de barcos fizeram as ilhas unindo cinco blocos de totora bem amarrados e sobre elas construíram as casinhas que hoje vemos; e se lançaram nas águas, para longe do alcance dos dominadores. Assim se desenvolveu a cultura dos ilhéus.
Boas vindas
Desembarque.
Chegando
Mais próximo
Vendo-se detalhes
Primeiras pessoas
A "modernidade".
O caos
Barco de totora
O céu, o espelho mais céu.
Só mais uma vista de barco.
Navegando perto
Folgadamente
Bloco em pequena escala do tipo usado para se construir as ilhas. O guia explica duas em duas linguas.
Crianças brincam
O piso, a casa, o barco: tudo de uma coisa só.
O barquinho diz onde estamos.
Espreita
Minúscula onda
Turistas, os que nada fazem
Pirralhos afeitos à vadiagem
O chefe da ilha (Há caras de pau por todo lado) mostra sua cama a turista desinteressada
Navegar é preciso; viver... nem tanto! (Como quase disse Luis Caolho)
Plásticos...
Só a ilhazinha
Ilha e barcos
Uma nova ilha
Coisas em quéchua, como convém
Lugar de se subir, para fotos
Céu pobre, ilha de cores firmes
Casinhas cônicas
Piso que parece pasto, e comerciante a postos
Casinha coberta de zinco - Fora de contexto
Evidente comércio
Parece a milionária do lugar - Veja o palacete.
Chola rosa
Difícil de colocar na mochila
Grupinho
Nosso barquinho
Lugar de bate-papos inesquecíveis. De se conhecer mais de perto as gentes, os povos de todo o mundo. Bem ao lado, todos solidários, uma peruana malucona que mais parecia baiana, uma alemãzinha muito flor, uma africana alta, magrinha, radiante de felicidade e beleza, um chileno e um argentino de cada lado meu, aparentes namorados das duas últimas, não menos amáveis que os outros, que seriam ótimos amigos não fosse a separação certa que vem sempre nos fins de passeio, um casal argentino de Ushuaia, a cidade do fim do mundo, último lugar habitado lá no fim do continente americano, na Terra do Fogo, juntinho da convergência do Atlântico com o Pacífico, quase Antártida, sem dúvida os cinquentões mais vibrantes de toda a viagem, um caso incomum, à parte, e um casal de Curitiba pura amabilidade; ele perfeito cavalheiro, ela a dama perfeita de rosto cobertinho de sardas em uma obra de arte da natureza: o rosto mais lindo.
E conversávamos todos, sem exageros, com alegria e felicidade sem reticências, a fluir natural e ininterruptamente. Nenhum conflito, qualquer mal-estar. A serenidade do lago refletida nas pessoas.
A quantidade maior de pessoas estava nos bancos, como os dois casais referidos, e a paz reinava entre todos, como um perfume que tudo invadisse.
A casinha mais típica, a dama elegante.
Impecável
Sereno como um barco de totora no Titicaca.
Uma cara engraçada no barquinho.
Da ilha, um contorno, os barcos.
De pesca.
Variação de estilo.
As cores, a originalidade e os turistas.
Quase despedida.
Esperando
Um presépio.
O grupo de despedida - Ou parte dele...
Antes da despedida, vamos ver algo do artesanato uro?
A zampoña, a cerâmica e as medalhas.
O guia - Excelente guia - a artista e o chefe
Artes em tecidos
Negociações
Peças mais elaboradas.
Cerâmicas
Atenção! Esses barquinhos, que os uros chamam de "Mercedes-Benz" não são de totora, não são os originais, mas feitos de tirinhas de garrafas pet. São caros e sem propósito.
Despedida, amável despedida das senhoras da ilha.
A danadinha se despede cantando em várias linguas, como inglês, francês, italiano, alemão, japonês... e afegão, turco, árabe, cazaquistanês, javanês... menos em português. Dá pra aguentar?
Vamos ver a viagem de volta:
Ondinhas da despedida.
Adeus, ilhinha bonita!
Adeus, horizonte dourado!
Aqui, pelo caminho.
E seguindo, com o silêncio.
Onde é céu, e onde é mar.
Seguindo viagem.
Um quase céu, um quase chão, um quase mar.
O mar refletido no céu, o céu refletido no mar.
O horizonte é à frente: é Oriente.
Nestes mundos coisas acontecem na profundidade do silêncio, tudo parece parar, e tudo parece acontecer ao mesmo tempo. A inquietude viaja de férias para terras mais baixas, vai se entorpecer nas paragens quentes, no eterno esfregar-se das coisas condenadas.
As fotos são do lado Norte do Lago Titicaca, do lado peruano. O passeio foi recomendado por um casal jovem de tez morena e cabelos ligeiramente ondulados originário de Cali, Colômbia: a doce e incomparavelmente linda Isabel e o cortês e muito simpático Camilo. O contato durou minutos pouquíssimos, não mais que cinco, suponho, mas o registro dos sorrisos amigos, das palavras sinceras, ficará para sempre. Casal fisicamente mais belo não encontrei em toda a viagem.
Dois vídeos das ilhas:
Islas flotantes - Um vídeo
Islas Flotantes de los Uros - Reportagem
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